Por Resultado — Modernização

Não reescreva. Não migre para a nuvem. Coloque o TR7 na frente.

Encapsule sua aplicação legada com uma camada moderna de segurança, SSL, SSO e acesso — sem tocar no código, sem migrar para a nuvem de outra pessoa.

A maioria das aplicações legadas ainda gera valor de negócio todos os dias. O que mudou foi o mundo ao redor delas — ameaças modernas, conformidade moderna, expectativas modernas de usuário. As duas respostas clássicas são caras: reescrever a aplicação (lento, arriscado, anos de pausa no valor) ou migrar para uma nuvem pública (novo modelo de operação, novo fornecedor, nova fatura). TR7 oferece um terceiro caminho. A mesma plataforma que entrega e protege seus serviços modernos — ADC + WAAP + AAM — fica na frente da aplicação legada e adiciona SSL, WAAP, proteção contra DDoS, SSO moderno e acesso de gestão sem cliente. O código legado permanece onde está, na rede que você já controla. Já a postura à sua frente chega a 2026.

Sem mudança de código
A aplicação legada não é tocada — a postura moderna fica na frente dela
Sem reimplantação
A aplicação permanece na sua rede, sob sua trilha de auditoria, no hardware que você já opera
Uma plataforma
ADC, WAAP e AAM num único motor e numa única licença de largura de banda — sem módulo de acesso ou WAAP à parte

Dois caminhos caros — e o terceiro que a maioria das equipes realmente quer

Uma aplicação interna de 2012 ainda calcula um número sobre o qual o negócio se apoia. O código é HTTP puro, o modelo de sessão é cookie, a autenticação é um formulário que faz post para uma stored procedure. Ainda não há nada perigoso — mas toda avaliação externa, toda auditoria e toda varredura de segurança agora sinalizam essa aplicação. Reescrever consome um ano de uma equipe, e essa equipe não está disponível. Migrar para uma nuvem pública já significa reescrever o modelo de deployment, somando um novo fornecedor e uma nova fatura. Resultado: a aplicação segue rodando, e a brecha cresce.

O terceiro caminho é o que a maioria das equipes de operação realmente quer: deixe a aplicação onde está e coloque na frente dela uma camada moderna e programável. Terminação SSL e criptografia atualizada na borda. Um WAAP que entende a semântica HTTP. Substituir o login por formulário por SSO moderno sem alterar uma linha do código da aplicação. RDP e SSH sem cliente para o administrador que ainda mantém a aplicação. Listeners multiprotocolo para os trechos legados que nem sequer são HTTP.

TR7 foi feito para esse caminho. A mesma plataforma de entrega e proteção que roda seus serviços modernos se transforma na camada moderna à frente dos serviços legados — na rede que você já opera, sob a trilha de auditoria que você já mantém.

Cinco diferenciais do TR7 na modernização de aplicações legadas

Cada um importa por si só. Juntos, mostram como fica a camada de modernização quando ela permanece na sua rede e numa única plataforma.

O vService encapsula o serviço HTTP legado com SSL, WAAP e política

Defina um vService na frente do backend legado. Terminação SSL com cifras modernas na borda. Inspeção WAAP na requisição de entrada. Verificações de saúde, limites de taxa e regras conscientes de conteúdo aplicadas a um serviço que nunca foi projetado para nada disso. A aplicação legada continua falando HTTP puro atrás do TR7 — já o listener externo fala 2026.

Auth por formulário / header / basic vira SSO moderno

A maioria das aplicações legadas autentica por um formulário que faz post para um banco, por um header em que o framework confia ou por HTTP basic. O modo Per-Service Authentication do TR7 AAM substitui essa interação. Os usuários fazem login uma vez via OIDC, SAML ou seu IdP existente. TR7 então injeta o artefato de autenticação legado — header, cookie ou basic auth — no backend exatamente como a aplicação espera. Sem mudança de código na aplicação.

RDP, SSH e VNC sem cliente para o acesso de gestão legado

A equipe que ainda mantém a aplicação legada costuma usar um cliente RDP pesado ou uma ferramenta SSH/VNC separada. TR7 abre esses alvos pelo navegador — sem instalação de cliente, sem túnel VPN na máquina do operador. Cada sessão é tunelada e registrada no nível de comando; uma única revogação encerra todas as sessões ativas.

Serviços legados não HTTP também na mesma plataforma

O inventário de aplicações legadas tem mais do que HTTP. Transferências FTP entre parceiros. Protocolos industriais baseados em UDP. Serviços TCP puros. Entrega de arquivos estáticos para conteúdo arquivado. TR7 cobre tudo isso no mesmo motor que protege a frente HTTP — listeners dedicados para FTP relay, UDP proxy, TCP passthrough e conteúdo estático. Sem appliance separado, sem modelo de segurança paralelo.

Regras conscientes de conteúdo — edite respostas sem escrever código

Aplicações legadas muitas vezes precisam de correções cirúrgicas que não justificam uma mudança de código: uma URL de conteúdo misto no corpo da resposta, um header de segurança ausente, um nome de campo de formulário a traduzir, um cookie ao qual adicionar a flag secure. As regras conscientes de conteúdo do TR7 editam respostas, injetam headers e corrigem formulários — no construtor de política visual. Sem linguagem de script proprietária, sem ciclo de build. A aplicação legada permanece no ar; o comportamento moderno acontece na frente dela.

O que o TR7 traz para a modernização de aplicações legadas

Cada capacidade abaixo roda na mesma plataforma que entrega e protege seus serviços modernos.

Terminação SSL/TLS na borda

Cifras modernas, certificados atualizados e OCSP stapling na frente de uma aplicação que ainda fala HTTP puro ou TLS fraco. A criptografia legada deixa de ser um problema exposto à internet e passa a ser uma questão de backend.

WAAP na frente de uma aplicação que nunca viu WAAP

Inspecione cada requisição antes de ela chegar a um backend escrito quando ataques de injeção ainda nem eram uma categoria. Assinatura mais pontuação, plena consciência da semântica HTTP, regras conscientes de conteúdo para os comportamentos peculiares de stacks legados.

SSO moderno sobre a autenticação legada

O modo Per-Service Authentication do AAM substitui o fluxo de login legado por OIDC ou SAML via seu IdP. TR7 então repassa à aplicação o artefato que a aplicação legada espera — header, cookie ou basic auth — como se o usuário tivesse entrado pelo caminho antigo.

MFA sem tocar no código da aplicação legada

Aplique autenticação multifator na camada de acesso. A aplicação legada não sabe que o usuário já passou pelo prompt de MFA — e não precisa saber.

Gateway sem cliente para a gestão legada

RDP, SSH e VNC pelo navegador. A equipe de manutenção acessa a máquina pelo TR7; o operador não precisa instalar cliente no notebook. Registro no nível de comando no SSH; cobre a sessão do operador de ponta a ponta.

Verificações de saúde que a aplicação legada não possui

Sondagens de saúde ativas e passivas para backends que nunca foram preparados para essas verificações. Nós problemáticos saem da rotação; a aplicação legada nem precisa saber que existe o conceito de zona de disponibilidade.

Limites de taxa e regras conscientes de conteúdo

Limites de taxa por path, traffic shaping condicional e edições de requisição/resposta que não exigem script. Corrija um header malformado, injete um header de segurança que o framework nunca seta, limite um endpoint barulhento — no construtor de regras visual.

Feche a aplicação legada para a internet

Clientes externos se conectam ao TR7. A aplicação legada não é acessível diretamente. Varreduras de descoberta, port scanning e tentativas pré-autenticação terminam na camada moderna; a superfície de ataque deixa de ser o código legado.

Observabilidade moderna para um serviço nunca observado

Logs de acesso, estatísticas de tráfego, taxas de erro, histogramas de latência e eventos de segurança — para uma aplicação que não produz nada disso por conta própria. O serviço legado se torna observável pela frente sem nenhuma mudança no backend.

Listeners multiprotocolo para aplicações legadas não HTTP

FTP relay para transferência de dados com parceiros. UDP proxy para telemetria industrial. TCP passthrough para protocolos proprietários. Entrega de conteúdo estático para conteúdo arquivado. Uma plataforma, um painel de operador.

Uma única licença de largura de banda para a camada de modernização

ADC, WAAP e AAM rodam no mesmo motor e compartilham uma única licença de largura de banda. Não há módulo de acesso, módulo WAAP ou módulo de gateway licenciado à parte para colocar uma camada moderna na frente de uma aplicação legada.

On-prem first — a modernização na sua rede

A camada moderna roda no seu próprio hardware, no seu data center e sob sua própria trilha de auditoria. Decisões de identidade, tráfego de sessão e eventos de segurança permanecem onde a aplicação legada já vive.

Como a camada moderna é montada na frente da aplicação legada

Cada camada adiciona uma parte à postura moderna. Juntas, um objeto de configuração toma o lugar de um projeto de reescrita de anos.

01

Camada 1 — Entrega e SSL

O TR7 ADC entra na frente do backend legado. Terminação SSL na borda, cifras modernas, certificados atualizados, verificações de saúde e distribuição de carga sobre quantos nós legados existirem. O listener externo fala TLS atual; o backend legado continua falando o que já fala.

02

Camada 2 — Proteção de aplicação

O TR7 WAAP inspeciona cada requisição antes de ela chegar a um backend não projetado para tráfego hostil. Assinaturas OWASP, detecção por assinatura mais pontuação, regras conscientes de conteúdo para comportamentos de stack legado, proteção contra DDoS em L4 e L7.

03

Camada 3 — Autenticação moderna

O Per-Service Authentication do TR7 AAM substitui o fluxo de login legado. Os usuários se autenticam via OIDC ou SAML pelo IdP; o MFA é aplicado na borda. TR7 então injeta no backend o artefato que a aplicação legada espera — header, cookie ou basic auth.

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Camada 4 — Acesso administrativo

RDP, SSH e VNC sem cliente para a equipe que mantém a aplicação legada. Acesso apenas pelo navegador, registro no nível de comando, revogação com um clique. Nenhum cliente é instalado no dispositivo do operador para acessar um servidor de 12 anos.

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Camada 5 — Cobertura não HTTP

Quando o inventário legado inclui FTP, telemetria UDP, serviços TCP proprietários ou hospedagem de arquivo estático, a mesma plataforma os cobre com listeners dedicados. Sem appliance separado, sem painel de operador separado, sem trilha de auditoria separada.

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Um vService para cada serviço legado

Cada parte da camada de modernização é configurada como um vService. O mesmo objeto de configuração que entrega sua API moderna também entrega a aplicação legada baseada em formulário. Mesmas habilidades de operador, mesma observabilidade, mesma trilha de auditoria.

Onde esse resultado acontece

Finanças — aplicações internas mais antigas que o próprio programa de segurança

Aplicações HTTP de back-office escritas quando os modelos modernos de ameaça ainda não existiam. TR7 as encapsula com WAAP, SSO moderno e MFA sem tocar no código. Registros prontos para auditoria na frente de uma aplicação que não produz logs por conta própria.

Saúde — sistemas clínicos em que reescrever não é opção

Plataformas clínicas fornecidas por terceiros que o cliente não pode alterar. TR7 coloca a camada moderna de segurança e acesso na frente delas; atende a requisitos de conformidade e auditoria sem tocar no ciclo de versões do fornecedor.

Indústria — aplicações legadas não HTTP na mesma plataforma

Telemetria industrial por UDP, dados de parceiro por FTP, acesso de supervisão por RDP. Uma única instância TR7 atende a tudo isso — segurança e observabilidade modernas para protocolos que nunca tiveram nenhuma das duas.

Ensino superior — aplicações internas de cauda longa

Aplicações departamentais acumuladas ao longo de uma década. TR7 as fachada com SSO moderno via IdP da instituição, substitui a exposição direta à internet por acesso identity-aware e dá observabilidade à equipe de segurança em toda a cauda longa.

Setor público — inventário legado, requisitos modernos de conformidade

Aplicações internas que não podem sair da rede e não podem ser reescritas no prazo que a nova regulamentação exige. TR7 coloca a camada moderna de conformidade — SSL, WAAP, SSO moderno, registros prontos para auditoria — na frente delas, on-prem.

Varejo — sistemas de loja e back-office fornecidos por terceiros

Back-office de PDV, integração de cadeia de suprimentos e portais de parceiros com cronograma de versões próprio do fornecedor. TR7 moderniza a postura de segurança e acesso na frente deles sem esperar pelo fornecedor.

14 features

Funcionalidades que implementam esta solução

Capacidades referenciadas por esta solução — as peças técnicas que compõem os controlos descritos acima.

SSL VPN e IKEv2

TR7 AAM
Zero Trust AccessModernize Aplicações Legadas

Gerencie o acesso VPN não como uma exceção de rede isolada, mas como parte da política de identidade e confiança de dispositivo do AAM.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Portal de Aplicações sem Cliente

TR7 AAM
Zero Trust AccessModernize Aplicações LegadasConformidade HIPAAConformidade PCI DSS

Acesso pelo navegador a RDP, VNC, SSH, Kubernetes e sistemas legados — cofre de credenciais, gravação e watermark já incluídos.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Regras de Redirecionamento HTTP

TR7 ADC
Entrega e Aceleração de AplicaçõesModernize Aplicações Legadas

Gerencie transições HTTP→HTTPS, migrações de domínio, movimentações de path e redirecionamentos de erro sem tocar no código da aplicação.

Reescrita de URL e Path

TR7 ADC
Entrega e Aceleração de AplicaçõesModernize Aplicações Legadas

Mude o path, não o backend — o cliente mantém sua URL enquanto uma nova arquitetura opera por dentro.

Motor de Regras de Tráfego

TR7 ADC
Entrega e Aceleração de AplicaçõesModernize Aplicações Legadas

Escreva regras visualmente, obtenha comportamento de tráfego compilado — gerencie o fluxo de requisição e resposta sem scripting.

Regras Conscientes de Conteúdo

TR7 ADCTR7 WAAP
Entrega e Aceleração de AplicaçõesModernize Aplicações LegadasWeb Application & API ProtectionSegurança de API

Vá além dos headers — faça o conteúdo do corpo parte da decisão de tráfego e segurança.

Modos de Topologia de Implantação

TR7 ADCTR7 WAAPTR7 AAM
Entrega e Aceleração de AplicaçõesModernize Aplicações LegadasWeb Application & API Protection

Insira o TR7 ADC no caminho de tráfego sem tocar em endereços IP de backends, gateways ou rotas.

Arquitetura Multi-Namespace e Roteamento Cross-NS

TR7 ADCTR7 vTenant
Entrega e Aceleração de AplicaçõesModernize Aplicações LegadasZero Trust Access

Conecte serviços sem fundir redes — gerencie planos de IP sobrepostos e isolamento de tenant com um único modelo vService.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Proxy de Segurança FTP

TR7 WAAP
Web Application & API ProtectionPrevenção de Vazamento de DadosModernize Aplicações Legadas

Gerencie FTP não como uma porta aberta, mas como uma sessão de transferência de arquivo controlada comando a comando.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Serviço NTP

TR7 ADC
Plataforma Multi-ProtocoloModernize Aplicações Legadas

Do pool NTP externo à infraestrutura interna; fonte de tempo centralizada, controlada e isolada.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Proxy de Encaminhamento Syslog

TR7 ADCTR7 WAAP
Web Application & API ProtectionPlataforma Multi-ProtocoloModernize Aplicações Legadas

Colete, classifique, replique e encaminhe tráfego syslog UDP e TCP na frente do seu SIEM.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Virtualização vTenant

TR7 vTenant
Conformidade PCI DSSConformidade HIPAAModernize Aplicações Legadas

Um único TR7. Vários tenants. Limites de recursos, rede e operação separados entre si.

Serviços Financeiros· Saúde· Setor Público

Virtual Patching

TR7 WAAP
Web Application & API ProtectionModernize Aplicações Legadas

Feche uma vulnerabilidade na camada de tráfego em minutos — sem necessidade de alteração de código.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Backend SSO

TR7 AAM
Zero Trust AccessModernize Aplicações Legadas

Autenticação moderna na frente, identidade injetada downstream como header, Authorization ou cookie — aplicações legadas permanecem legadas.

Serviços Financeiros· Saúde

Perguntas frequentes

É preciso alterar o código da aplicação legada para colocá-la atrás do TR7?
Não. TR7 se posiciona como um reverse proxy e camada de modernização na frente da aplicação. Terminação SSL, inspeção WAAP, SSO moderno, MFA e observabilidade acontecem inteiramente na frente; o backend legado continua falando o que já fala. A configuração mais comum não altera nada no código-fonte da aplicação.
Como se adiciona SSO moderno a uma aplicação que usa autenticação por formulário ou header?
O modo Per-Service Authentication do TR7 AAM gerencia o login moderno do usuário via IdP (OIDC, SAML, LDAP ou RADIUS) e depois injeta no backend o artefato que a aplicação legada espera — cookie, header confiável ou HTTP basic auth. Da perspectiva da aplicação legada, o usuário entrou pelo caminho antigo. Da perspectiva do usuário, ele usou SSO moderno com MFA.
O que se faz com as partes não HTTP do inventário legado?
A mesma plataforma TR7 cobre FTP relay, UDP proxy, TCP passthrough e entrega de conteúdo estático com listeners dedicados. Para acesso de gestão, RDP, SSH e VNC rodam pelo gateway sem cliente no mesmo motor. Um único painel de operador, uma única trilha de auditoria.
Em que isso difere de colocar um reverse proxy genérico na frente da aplicação?
Um reverse proxy genérico oferece SSL e um hop. A camada de modernização oferece SSL, WAAP, SSO moderno, MFA, regras conscientes de conteúdo, suporte multiprotocolo, acesso de gestão sem cliente e observabilidade de qualidade de auditoria — numa única plataforma, com uma única licença de largura de banda, como um único tipo de objeto (vService). A maioria das decisões de reverse proxy para em SSL e roteamento; esta segue até a postura de segurança e a identidade.
O tráfego legado chega a sair da rede?
Não. TR7 roda no seu próprio hardware. A camada moderna é configurada e operada na rede em que a aplicação legada já vive. Nenhuma nuvem de terceiros entra no caminho entre usuário e aplicação; as decisões de identidade não são delegadas para fora da rede.
Como essa abordagem se alinha a requisitos de conformidade como PCI DSS ou HIPAA?
Boa parte dos controles que essas regulamentações exigem — criptografia moderna, WAAP na frente de aplicações expostas à internet, MFA na camada de acesso, registro no nível de comando nas sessões de gestão — é exatamente o que a camada de modernização já entrega. A aplicação legada pode atender a esse controle sem ser reescrita para a auditoria moderna.
Podemos modernizar uma aplicação de cada vez?
Sim. Cada serviço legado se torna seu próprio vService. Coloque uma aplicação atrás do TR7 hoje, a próxima no trimestre seguinte, e o restante no cronograma que sua equipe consegue sustentar. O modelo de operador e de política é o mesmo para cada uma.

Proteja a aplicação. Modernize o que fica na frente dela.

Traga uma aplicação legada real para uma demo do TR7; mostramos como a camada de modernização se ergue na frente dela — terminação SSL, inspeção WAAP, SSO moderno e observabilidade — sem tocar em uma única linha do código.