Por Resultado — Segurança de Dados e Acesso

Zero Trust Access na sua plataforma, nos seus termos

Dois modos de operação claros. RDP, SSH e VNC pelo navegador. VPN baseada em padrões e autenticação por aplicação, na mesma plataforma do ADC e do WAAP — sem precisar licenciar um módulo de acesso separado.

A VPN clássica bateu numa parede: usuários demais, aplicações demais, sem controle por aplicação. A resposta moderna do setor foi o Zero Trust Access, mas a maioria das plataformas ZTNA pure-play foi para cloud-only; já os fabricantes tradicionais de ADC vendem o ZTA como um módulo separado e caro acoplado ao balanceador de carga. TR7 escolhe um caminho diferente. A mesma plataforma que entrega suas aplicações também gerencia o acesso a elas. Há dois modos de operação nomeados de forma clara: Per-Service Authentication, que vincula login e SSO a um serviço existente, ou o Portal de Acesso com Marca, em que o usuário faz login uma vez e chega às aplicações que está autorizado a usar. Sessões RDP, SSH e VNC abrem pelo navegador. SSL e IPsec VPN rodam lado a lado no mesmo motor. Identidades, sessões e logs de auditoria permanecem na sua rede.

Dois modos
Per-Service Authentication e Portal de Acesso com Marca — escolha um, rode os dois juntos
Navegador
RDP, SSH e VNC pelo navegador — sem cliente no endpoint
On-prem
Identidades, sessões e logs de auditoria permanecem na sua rede

A VPN chegou ao limite; as soluções modernas ou saíram da sua rede ou emitiram fatura à parte

Abrir um único túnel VPN para a rede corporativa antes bastava. Hoje não. Os usuários se conectam de qualquer lugar, as aplicações estão em todo lugar — no data center, na nuvem, em SaaS — e um único túnel VPN dá acesso demais a quem quer que faça login. Prestadores precisam de acesso de curta duração a aplicações específicas. O help desk precisa alcançar alvos RDP ou SSH internos sem distribuir cliente. As equipes de segurança querem ver quem acessa o quê e revogar o acesso no nível da aplicação, não da rede.

A resposta moderna do setor foi o Zero Trust Access. Mas os dois caminhos têm um preço. A maioria das plataformas ZTNA pure-play é cloud-only — seu tráfego e suas decisões de identidade são levados para o edge de outra pessoa. Já os fabricantes tradicionais de ADC on-prem oferecem o ZTA como um módulo separado e caro acoplado ao balanceador de carga: motor de política próprio, curva de aprendizado própria, licença própria.

TR7 coloca o acesso na plataforma que já entrega e protege suas aplicações. Mesmo modelo de vService, mesmo console de operador, mesma trilha de auditoria; somando dois modos de operação nomeados, protocolos de gateway pelo navegador e VPN baseada em padrões. Sem um módulo licenciado à parte, sem terceiros na rede no caminho do seu fluxo de login.

Cinco diferenciais do TR7 Zero Trust Access

Cada um tem valor por si só. Juntos, definem como é um acesso zero trust que não depende da nuvem de outra pessoa e não aparece como linha à parte na fatura.

On-prem first — identidades e sessões na sua rede

A maioria das plataformas ZTA modernas é SaaS. Suas decisões de identidade, seu tráfego de sessão e seus logs de auditoria vivem na rede deles. TR7 roda no seu próprio hardware. Logins, verificações de posture, sessões e logs permanecem onde sua política de segurança já vale.

Dois modos de operação claros

Modo A — Per-Service Authentication: login e SSO são vinculados a uma aplicação existente. Um serviço, um wrapper de autenticação; ao fazer login, o usuário vai direto para a aplicação. Modo B — Portal de Acesso com Marca: um portal independente, white-label, com seu próprio listener. O usuário faz login uma vez e vê no launchpad todas as aplicações que está autorizado a usar. Cada modo tem sua própria interface; escolha o que se ajusta ao deploy ou rode os dois juntos.

RDP, SSH e VNC pelo navegador

Equipes internas alcançam alvos RDP, SSH e VNC direto da aba do navegador. Sem instalação de cliente, sem túnel VPN no endpoint, sem software nativo que exija manutenção. As sessões são tuneladas e auditadas centralmente; a revogação de acesso vale na próxima requisição.

Acesso, VPN, ADC e WAAP numa única plataforma

Outras plataformas on-prem vendem um módulo para acesso, outro para balanceamento de carga, outro para WAF, outro para VPN. TR7 entrega tudo no mesmo motor, num único console de operador e numa única visão de auditoria. A transição de "temos VPN" para "temos acesso zero trust" acontece dentro do mesmo produto.

VPN padrão e avaliação contínua de confiança

IKEv2 e SSL VPN rodam sobre padrões que todo sistema operacional moderno já fala — usuários de iOS, Android, Windows e macOS não baixam um aplicativo, apenas adicionam um perfil de VPN. OAuth 2.0, OIDC, SAML, LDAP e RADIUS têm suporte nativo. Sinais de segurança do endpoint (dispositivo conhecido, posture atualizada, status de conformidade) alimentam continuamente as decisões de acesso; uma sessão que começou confiável pode ser reavaliada e restringida se o contexto mudar.

O que o TR7 Zero Trust Access inclui

Cada capacidade abaixo vem como parte da mesma plataforma que entrega e protege suas aplicações.

Modo A — Per-Service Authentication

Vincula login e SSO a um serviço HTTP existente. A aplicação permanece no lugar; TR7 fica na frente e aplica autenticação, MFA e política. Um serviço, um wrapper de autenticação; ao fazer login, o usuário passa direto para a aplicação. Adequado quando cada aplicação tem uma URL estável e você quer implantar com a menor mudança possível.

Modo B — Portal de Acesso com Marca

Um portal independente, com seu próprio listener e sua própria marca. Após o login, os usuários veem o launchpad de cada aplicação que estão autorizados a usar — aplicações web internas, SaaS, sessões RDP/SSH/VNC. Um portal, muitos backends. Adequado quando há lógica operacional para um único ponto de entrada consolidado.

Gateway RDP, SSH e VNC pelo navegador

Acesso a alvos RDP, SSH e VNC internos pelo navegador. Sem cliente nativo no endpoint, sem túnel VPN no dispositivo. As sessões são tuneladas e auditadas centralmente; uma única ação de revogação encerra todas as sessões ativas.

SSL VPN e IPsec IKEv2 — com o cliente nativo do sistema operacional

VPN baseada em padrões rodando na mesma plataforma. SSL VPN para túnel completo ou dividido; IPsec IKEv2 para site-to-site ou acesso remoto com criptografia forte. Especialmente forte no mobile: iOS e Android falam IKEv2 nativamente, e o usuário adiciona um perfil de VPN nas configurações em vez de instalar um aplicativo — sem carga de distribuição, atualização ou manutenção. Windows e macOS funcionam da mesma forma pelos clientes de VPN embutidos. Encaixa-se naturalmente em cenários de Dispositivo Pessoal (BYOD).

Integração com provedor de identidade

Suporte nativo a OAuth 2.0, OIDC, SAML, LDAP e RADIUS. Conecta-se aos seus IdPs existentes — Azure AD, Okta, ADFS, Google Workspace, OneLogin — sem ponte de protocolo.

MFA e autenticação consciente de contexto

MFA é aplicado na borda de acesso. Quando o contexto da requisição muda — país diferente, dispositivo diferente, aplicação mais sensível — a autenticação escalonada (step-up) é acionada.

Avaliação contínua de confiança

Uma sessão que começa confiável não permanece confiável por padrão. Posture do endpoint, geografia, saúde do dispositivo e anomalias de sessão são reavaliadas ao longo da sessão. Se o contexto mudar, o acesso pode ser restringido ou revogado no meio da sessão.

Integração de sinais de segurança do endpoint

Em implantações em que os usuários estão em dispositivos gerenciados pela camada de segurança de endpoint do TR7, os sinais de confiança do dispositivo (dispositivo conhecido, posture atualizada, conformidade) alimentam a política de acesso. Endpoints não gerenciados passam por inspeção completa.

Auditoria de comandos de sessão SSH no nível PAM

As sessões SSH que alcançam alvos internos pelo gateway são registradas no nível de comando — cada comando digitado, cada resposta recebida. A trilha de auditoria fica pronta para investigação; sem necessidade de um produto PAM separado.

Política por aplicação e acesso de least-privilege

Cada aplicação tem sua própria política de acesso: identidade, posture do dispositivo, horário do dia, geografia, força do MFA. O usuário que alcança o CRM não é automaticamente autorizado no banco de dados. O movimento lateral fica limitado ao escopo que cada aplicação autoriza explicitamente.

Oculte aplicações internas da internet pública

As aplicações atrás do TR7 não são acessíveis diretamente. Varreduras de descoberta, port sweeps e ataques pré-autenticação veem o TR7, não suas aplicações. A superfície de ataque diminui sem alterar o código da aplicação.

Política visual, sem scripting

Políticas de acesso, fluxos de autenticação e regras condicionais são montados no mesmo flow builder visual usado no restante da plataforma. Sem linguagem de política proprietária; sem necessidade de certificação do fabricante para alterar uma regra.

Acesso, entrega e segurança num único console

Eventos de acesso, tráfego do ADC, detecções do WAAP e sinais de DDoS compartilham uma única visão de operador e uma única trilha de auditoria. As exportações para SIEM usam a mesma taxonomia do restante da plataforma.

Os dois modos de operação lado a lado

Ambos os modos entregam Zero Trust Access. A diferença está no esforço do operador e na experiência do usuário final. Podem rodar lado a lado.

01

Modo A — Per-Service Authentication

Uma aplicação, um wrapper de autenticação. A aplicação mantém sua URL existente; TR7 fica na frente e aplica autenticação, MFA, posture e política. Os usuários caem direto na aplicação após o login. Adequado quando cada aplicação tem uma URL estável e você quer implantar com a menor mudança possível.

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Modo B — Portal de Acesso com Marca

Um portal, muitos backends. Um portal independente, white-label, com seu próprio listener. Os usuários fazem login uma vez e veem no launchpad cada aplicação que estão autorizados a usar. Adequado quando um ponto de entrada consolidado faz sentido operacional ou quando você quer um launchpad de aplicações.

03

Implantação lado a lado

Os dois modos podem rodar ao mesmo tempo. Algumas aplicações ficam encapsuladas com per-service auth, outras são acessadas pelo portal. Mesmas políticas de identidade, mesmos sinais de endpoint, mesma trilha de auditoria.

04

Protocolos de navegador dentro de ambos os modos

Sessões RDP, SSH e VNC podem ser oferecidas em ambos os modos — como uma URL per-service encapsulada ou como um bloco do launchpad do portal. A experiência no navegador é a mesma; só muda o enquadramento operacional.

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Convivência com VPN

SSL VPN e IPsec VPN continuam rodando ao lado dos dois modos. Útil no período de transição: os usuários migram da VPN para o acesso por aplicação ou por portal no cronograma que você definir.

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O mesmo modelo de vService por baixo

Qualquer que seja o modo escolhido, o objeto de configuração é um vService. Verificações de saúde, regras de tráfego, observabilidade e modelo de largura de banda se comportam da mesma forma. É o mesmo motor que entrega suas demais aplicações.

Onde esse resultado aparece

Migração de VPN no seu próprio cronograma

Tire os usuários do túnel VPN plano e leve-os ao acesso por aplicação — sem uma mudança radical. A SSL VPN continua funcionando; as equipes migram gradualmente para o Per-Service Auth ou para o Portal com Marca.

Acesso de prestadores e terceiros

Usuários externos recebem acesso de curta duração e com escopo a aplicações específicas. Não é preciso dispositivo corporativo nem instalação de cliente VPN; eles fazem login no portal e veem apenas aquilo que estão autorizados a usar.

Acesso de help desk e administração

As equipes de operação alcançam alvos RDP, SSH e VNC internos pela aba do navegador. Cada sessão é tunelada e auditada; quando o acesso de um prestador é revogado, todas as suas sessões ativas encerram imediatamente.

Serviços financeiros — acesso remoto regulado

Políticas por aplicação vinculadas a MFA, posture do dispositivo e auditoria no nível da sessão. Logs de comando SSH no nível PAM atendem aos requisitos regulatórios e de auditoria interna sem necessidade de um produto PAM separado.

Serviços de governo e setor público

As regras de residência de dados proíbem que o tráfego de identidade e sessão deixe a rede. A implantação on-prem mantém cada decisão de autenticação, sessão e log de auditoria sob controle local.

Fusões e aquisições

Duas organizações, dois provedores de identidade, dois catálogos de aplicações. O Portal de Acesso com Marca se torna uma única porta de entrada enquanto a integração avança — os usuários veem um único launchpad, mesmo com o trabalho de identidade no backend ainda em curso.

18 features

Funcionalidades que implementam esta solução

Capacidades referenciadas por esta solução — as peças técnicas que compõem os controlos descritos acima.

SSL VPN e IKEv2

TR7 AAM
Zero Trust AccessModernize Aplicações Legadas

Gerencie o acesso VPN não como uma exceção de rede isolada, mas como parte da política de identidade e confiança de dispositivo do AAM.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Portal de Aplicações sem Cliente

TR7 AAM
Zero Trust AccessModernize Aplicações LegadasConformidade HIPAAConformidade PCI DSS

Acesso pelo navegador a RDP, VNC, SSH, Kubernetes e sistemas legados — cofre de credenciais, gravação e watermark já incluídos.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Autenticação Multifator

TR7 AAM
Zero Trust AccessConformidade HIPAAConformidade PCI DSS

Três métodos de MFA, política baseada em serviço, atalho de dispositivo confiável — sem nuvem de MFA de terceiros.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Motor de Política de Acesso Condicional

TR7 AAM
Zero Trust AccessConformidade HIPAAConformidade PCI DSS

Um único motor de fluxo determina cada resultado de autenticação — quem, o quê, após qual fator, em qual contexto.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Avaliação Contínua de Confiança

TR7 AAM
Zero Trust AccessGerenciamento de BotsConformidade HIPAAConformidade PCI DSS

A confiança conquistada no login não é carregada para sempre. Cada sessão permanece sob avaliação, a cada passo.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Federação de Identidade SAML 2.0

TR7 AAM
Zero Trust Access

SP SAML conforme aos padrões — IdPs corporativos, federação de identidade governamental e roteamento por tenant; coordenado com MFA, acesso condicional e confiança de dispositivo.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde· Educação

Federação OIDC / OAuth 2.0

TR7 AAM
Zero Trust Access

Relying party OIDC conforme aos padrões — código de autorização com PKCE, tokens de identidade verificados via JWKS, defesas de nonce e state, roteamento de IdP por tenant.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde· Educação

Conexão LDAP/AD

TR7 AAM
Zero Trust Access

Seu diretório corporativo já existe; o TR7 AAM não o copia, conecta-se a ele e transforma a pertinência a grupos em política de acesso.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde· Educação

Integrações de IdP Adicionais

TR7 AAM
Zero Trust AccessConformidade HIPAAConformidade PCI DSS

Conecte toda fonte de identidade além de SAML e OIDC ao mesmo fluxo de acesso e auditoria.

Serviços Financeiros· Setor Público

Autenticação de Certificado de Cliente TLS / mTLS

TR7 ADCTR7 AAM
Zero Trust AccessEntrega e Aceleração de AplicaçõesConformidade PCI DSSConformidade HIPAASegurança de API

Extraia o certificado de cliente do controle de conexão e transforme-o em um objeto de identidade que orienta as decisões de tráfego.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Arquitetura Multi-Namespace e Roteamento Cross-NS

TR7 ADCTR7 vTenant
Entrega e Aceleração de AplicaçõesModernize Aplicações LegadasZero Trust Access

Conecte serviços sem fundir redes — gerencie planos de IP sobrepostos e isolamento de tenant com um único modelo vService.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Proteção contra Account Takeover

TR7 WAAPTR7 AAM
Gerenciamento de BotsZero Trust Access

Detenha tentativas de credential stuffing, força bruta e sequestro de sessão com base em decisão de risco combinada — não em um único sinal.

Serviços Financeiros· Retalho & E-commerce

Proteção contra Ataques de Login

TR7 WAAPTR7 AAM
Zero Trust AccessGerenciamento de Bots

Três estágios de fricção graduada — avisar, desafiar, bloquear — em escopos de IP, nome de usuário ou ambos. CAPTCHA auto-hospedado, sem nuvem externa.

Serviços Financeiros

Proteção de Sessão

TR7 WAAP
Gerenciamento de BotsZero Trust Access

Proteja a sessão sob um único policy graph, da geração do Session ID à segurança de cookie, do controle de bind IP+UA à gestão de idle e absolute timeout.

Serviços Financeiros

Confiança de Dispositivo ETM → Acesso AAM

TR7 ETM
Zero Trust Access

O pillar do add-on ETM integrado ao AAM: a postura do dispositivo torna-se o sinal vivo da decisão de acesso.

Serviços Financeiros· Setor Público· Saúde

Templates de Página de Login Personalizados

TR7 AAM
Zero Trust Access

UX de login com marca por gateway, com herança de template. Um template separado para cada marca, tenant ou aplicação; sem servidor web separado.

Backend SSO

TR7 AAM
Zero Trust AccessModernize Aplicações Legadas

Autenticação moderna na frente, identidade injetada downstream como header, Authorization ou cookie — aplicações legadas permanecem legadas.

Serviços Financeiros· Saúde

Ciclo de Vida de Senha

TR7 AAM
Zero Trust Access

Fluxos de alteração, esqueci e redefinição em um único motor — token de uso único, mascaramento do destinatário, auditoria a cada passo.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre o Modo A e o Modo B?
Modo A — Per-Service Authentication — vincula login e SSO à URL de uma aplicação existente. A aplicação mantém sua URL; TR7 fica na frente e aplica autenticação e política. Uma aplicação, um wrapper de autenticação. Modo B — Portal de Acesso com Marca — é um portal independente, white-label, com seu próprio listener. O usuário faz login uma vez e vê no launchpad cada aplicação que está autorizado a usar. Um portal, muitos backends. Os dois modos podem rodar lado a lado.
Meus usuários precisam de um cliente VPN — e isso funciona bem no mobile?
Não é preciso cliente proprietário. RDP, SSH e VNC funcionam pelo navegador. Para usuários que ainda precisam de túnel, o TR7 roda SSL VPN e IPsec IKEv2 padrão na mesma plataforma. iOS e Android falam IKEv2 nativamente, e o usuário mobile adiciona um perfil de VPN nas configurações em vez de instalar um aplicativo de fabricante — sem distribuição de app, sem ciclo de atualização por dispositivo, adequado a Dispositivo Pessoal (BYOD). Windows e macOS funcionam da mesma forma pelos clientes de VPN embutidos.
Em que isso difere de rodar o ZTA como módulo sobre um ADC tradicional?
Os fabricantes tradicionais de ADC on-prem vendem o acesso como um módulo separado e caro, com linguagem de política própria e via certificação. TR7 entrega o acesso no mesmo motor que entrega e protege suas aplicações. Uma única plataforma, um único console de operador, uma única visão de auditoria e edição de política visual sem necessidade de script proprietário.
O que acontece quando o contexto do usuário muda no meio da sessão?
Uma sessão que começa confiável não permanece confiável por padrão. Posture do endpoint, geografia, saúde do dispositivo e anomalias de sessão são reavaliadas continuamente. Se o contexto mudar — o dispositivo sair da conformidade, o usuário pular para uma geografia inesperada, um comportamento anormal for observado — o acesso pode ser elevado com MFA adicional, restringido a um subconjunto de aplicações ou revogado por completo.
Tráfego de ataque ou dados de identidade são desviados para fora da minha rede?
Não. TR7 roda no seu próprio hardware, no seu data center, sob seus controles de rede. Logins, verificações de posture, tráfego de sessão e logs de auditoria permanecem na sua rede. Não há edge de terceiros no caminho do seu fluxo de login.
O gateway SSH pode auditar por comando, não apenas por sessão?
Sim. As sessões SSH que alcançam alvos internos pelo gateway são registradas no nível de comando — cada comando digitado, cada resposta recebida. A trilha de auditoria fica pronta para investigação; sem necessidade de um produto PAM (privileged access management) separado.
Quais provedores de identidade e protocolos são suportados?
OAuth 2.0, OIDC, SAML, LDAP e RADIUS — todos com suporte nativo. Conecta-se a Azure AD, Okta, ADFS, Google Workspace, OneLogin e outros sem ponte de protocolo ou bridge proprietário.

Acesso zero trust na sua plataforma, nos seus termos

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