Visão Geral
Esta instituição nacionalmente crítica serve como espinha dorsal tecnológica para um dos serviços públicos mais essenciais do país — um serviço do qual milhões de cidadãos dependem para obter informações precisas e oportunas durante momentos nacionais decisivos. Quando os sistemas da instituição entram em operação durante janelas de alto risco, a atenção de toda a nação se volta para um único destino, criando padrões de tráfego diferentes de tudo que a maioria das organizações já experimentou.
O desafio vai muito além de gerenciar volumes extremos de tráfego. Como alvo de alto valor para atores patrocinados por Estados, a instituição enfrenta ataques cibernéticos coordenados precisamente quando a disponibilidade do sistema mais importa. De acordo com pesquisas do setor, ataques DDoS direcionados à infraestrutura governamental cresceram 128% ano após ano — a maior taxa de crescimento entre todos os setores — com 17% desses ataques atribuídos a atores de ameaça patrocinados por Estados.[1][2][3]
Por anos, a infraestrutura fragmentada da instituição de 8 dispositivos de 3 fornecedores diferentes lutou para entregar a confiabilidade que esses momentos críticos exigem. Interrupções repetidas durante períodos operacionais de pico tornaram claro: uma transformação fundamental era necessária para proteger tanto a missão da instituição quanto a confiança pública.
Infraestrutura Crítica Sob Cerco
O cenário de ameaças para infraestrutura pública crítica intensificou-se dramaticamente. Sistemas eleitorais, portais governamentais e serviços essenciais enfrentam volumes de ataques sem precedentes — a autoridade eleitoral da Suécia relatou ataques DDoS durante sua eleição de 2022, e incidentes similares afetaram infraestrutura eleitoral globalmente. O Project Shield do Google, que protege sites eleitorais, relata defesa contra ataques com eficácia de alta disponibilidade. Para instituições nacionais críticas, uma infraestrutura robusta de entrega de aplicações não é opcional — é essencial para manter a confiança pública.
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O Desafio
Ao longo dos anos, a infraestrutura de entrega de aplicações da instituição havia evoluído para um mosaico de soluções — 8 dispositivos separados de load balancer e WAF provenientes de 3 fornecedores diferentes. O que começou como decisões pragmáticas para atender necessidades imediatas criou um ambiente cada vez mais difícil de gerenciar, diagnosticar e escalar. Quando chegavam os períodos operacionais críticos, essa arquitetura heterogênea se tornava um passivo, não um ativo.
Complexidade Multi-Fornecedor
Gerenciar 8 dispositivos em 3 ecossistemas de fornecedores significava manter expertise em múltiplas plataformas, cada uma com sua própria interface de gerenciamento, ciclo de atualização e canal de suporte — aumentando significativamente o overhead operacional.
Comportamento de Escala Imprevisível
O equipamento de cada fornecedor respondia de forma diferente sob carga. Quando o tráfego disparava durante períodos críticos, essa inconsistência levava a interrupções de serviço em cascata, pois os dispositivos escalavam em ritmos diferentes e de formas incompatíveis.
Visibilidade Limitada
Sem monitoramento unificado em toda a infraestrutura, identificar gargalos e áreas de preocupação exigia correlacionar dados de múltiplos sistemas desconectados — um processo demorado em situações de alta pressão.
Postura de Segurança Inconsistente
Diferentes configurações de WAF entre fornecedores criavam lacunas na proteção. Ataques coordenados podiam explorar inconsistências entre sistemas, e aplicar políticas de segurança uniformes era praticamente impossível.
Risco Crítico de Disponibilidade
Os riscos não poderiam ser maiores. Qualquer interrupção durante janelas operacionais críticas impactaria diretamente milhões de cidadãos e erodiria a confiança pública em serviços governamentais essenciais.
Estado Anterior
A infraestrutura existente havia acumulado ao longo dos anos sem uma estratégia arquitetural unificada:
| Origem | Quantidade de Dispositivos | Função | Status |
|---|---|---|---|
| Fornecedor Líder do Setor | 4 unidades | Load Balancing + WAF | Problemas de escala em carga de pico |
| Fabricante Global Importante | 2 unidades | Load Balancing + WAF | Inconsistência de desempenho |
| Fornecedor Doméstico | 2 unidades | Load Balancing + WAF | Disponibilidade limitada de suporte |
| Total | 8 dispositivos | 3 fornecedores diferentes | Sem gerenciamento unificado |
A Solução
Após avaliar várias abordagens, a instituição selecionou a Plataforma de Segurança de Aplicações da TR7 para consolidar toda a sua infraestrutura de entrega de aplicações. A solução substituiu todos os 8 dispositivos legados por 6 unidades TR7 — reduzindo a complexidade enquanto realmente aumentava a capacidade e estabelecia uma arquitetura unificada projetada tanto para demandas extremas de desempenho quanto para mitigação sofisticada de ameaças.
Arquitetura Consolidada
Seis unidades TR7 substituíram oito dispositivos legados, entregando maior throughput agregado com redundância N+1 integrada. A pegada simplificada reduziu espaço em rack, consumo de energia e overhead de manutenção.
Load Balancing Unificado
Todos os serviços críticos agora operam sob políticas consistentes de load balancing com comportamento de escala previsível. Health checks, persistência de sessão e mecanismos de failover funcionam de forma idêntica em toda a infraestrutura.
Camada de Segurança Integrada
Um framework único de políticas de WAF protege todas as aplicações contra ameaças OWASP, ataques de bots e DDoS volumétrico — eliminando as lacunas de segurança que existiam entre soluções de fornecedores distintos.
Painel Único
Um único console de gerenciamento fornece visibilidade completa de todos os fluxos de tráfego, eventos de segurança e saúde do sistema. Dashboards em tempo real permitem resposta rápida durante períodos operacionais de alto risco.
Abordagem de Implantação
A migração foi cuidadosamente planejada para garantir risco zero a operações críticas:
Auditoria Abrangente
Análise detalhada de todos os 8 dispositivos existentes, suas configurações, padrões de tráfego e interdependências no ambiente de 3 fornecedores.
Planejamento de Capacidade
Dimensionamento adequado com base em dados históricos de tráfego de períodos operacionais críticos, garantindo margem suficiente para cargas de pico e picos de tráfego inesperados.
Implantação Paralela
Unidades TR7 implantadas em paralelo com a infraestrutura existente, com espelhamento de tráfego para validação antes do corte.
Migração em Fases
Serviços migrados em fases, começando com sistemas não críticos e progredindo para aplicações de missão crítica.
Testes de Prontidão Operacional
Testes de carga simulando padrões de tráfego de pico para validar desempenho e comportamento de failover antes da operação real de alto risco.
Resultados
A consolidação entregou melhorias mensuráveis em todas as dimensões:
Reduziu a contagem total de dispositivos enquanto aumentou a capacidade geral
Fornecedor único para todas as necessidades de load balancing e WAF
Primeira operação crítica com zero interrupções relacionadas à infraestrutura
Operações unificadas em todos os serviços críticos
Primeira Operação Crítica Ininterrupta na História Institucional
Zero incidentes de infraestrutura. Visibilidade completa de tráfego. Resposta unificada a ameaças.
Por Que Funcionou
A transformação foi bem-sucedida não simplesmente substituindo hardware, mas mudando fundamentalmente a forma como a infraestrutura de entrega de aplicações da instituição opera. Três fatores foram decisivos:
Consistência Arquitetural
Uma única plataforma com comportamento uniforme em todos os componentes eliminou as interações imprevisíveis que afligiam o ambiente multi-fornecedor. Quando o tráfego disparava, cada dispositivo respondia de forma idêntica.
Planejamento Preciso de Capacidade
A arquitetura consistente da TR7 permitiu modelagem precisa de capacidade com base em padrões históricos de tráfego de pico. A instituição finalmente pôde confiar em suas projeções e planejar com confiança.
Simplicidade Operacional
As equipes de TI agora operam uma única plataforma com um conjunto de procedimentos, um caminho de escalonamento e um relacionamento com fornecedor. Os tempos de resposta durante períodos críticos melhoraram drasticamente.
A Transformação
Uma comparação lado a lado da infraestrutura antes e depois da TR7:
| Aspecto | Antes | Depois da TR7 |
|---|---|---|
| Total de Dispositivos | 8 | 6 |
| Fornecedores | 3 fornecedores diferentes | 1 (TR7) |
| Consoles de Gerenciamento | 3 interfaces diferentes | 1 console unificado |
| Comportamento de Escala | Imprevisível, inconsistente | Previsível, unificado |
| Desempenho em Operação Crítica | Interrupções recorrentes de serviço | Primeira operação ininterrupta |
| Contatos de Suporte | 3 fornecedores separados | 1 equipe dedicada |
Principais Benefícios
Proteção de Serviços Críticos
Os cidadãos agora podem confiar que a infraestrutura crítica permanecerá disponível durante eventos nacionais de alto risco — garantindo acesso ininterrupto a serviços públicos essenciais.
Desempenho Previsível sob Carga
A plataforma unificada com comportamento de escala consistente elimina a incerteza de 'qual dispositivo de qual fornecedor falhará primeiro' durante picos de tráfego.
Risco Operacional Reduzido
Expertise necessária em uma única plataforma, resposta mais rápida a incidentes e procedimentos unificados de diagnóstico reduzem o erro humano durante períodos críticos de alta pressão.
Arquitetura Pronta para o Futuro
A plataforma consolidada fornece a base para futuras melhorias — camadas adicionais de segurança, redundância geográfica e expansão de capacidade conforme os sistemas evoluem.
O que Profissionais do Setor Governamental Dizem
"A TR7 é realmente boa em termos de interface amigável, uso simples, capacidades e, mais importante, suporte técnico. Protege e faz load balancing dinâmico de nossas aplicações web."
"Servir diferentes aplicações web em um único endereço IP e distribuí-las pela TR7 simplifica o gerenciamento de aplicações web e certificados SSL."
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